Mudanças que façam diferença no dia a dia
Os objetivos partem das situações que estão trazendo dificuldades, como rotina, escola, relações, medos ou frustrações, e das habilidades que a criança precisa desenvolver.
Compreender comportamentos no contexto e desenvolver novas habilidades.
A terapia infantil ajuda a compreender como as dificuldades aparecem na rotina, nas relações e na escola, além de desenvolver habilidades importantes para o dia a dia. Quando necessário, pais e responsáveis também participam do cuidado.
Observamos em quais situações os comportamentos aparecem, o que acontece antes e depois e como isso afeta a rotina.
Jogos, brincadeiras, desenhos e outros recursos podem ser utilizados de acordo com os objetivos do atendimento.
Pais e responsáveis recebem orientação e participam do processo quando isso é importante para o cuidado.
Família, escola e outros profissionais podem ser considerados para compreender melhor o que acontece no dia a dia.
Antes de indicar um psicólogo, conversamos com os pais ou responsáveis para entender o que tem preocupado, em quais situações as dificuldades aparecem e como isso interfere na rotina da criança e da família.
Idade, interesses, rotina, forma de interação e características do caso ajudam a direcionar para um psicólogo da equipe com experiência adequada e condições de construir vínculo com a criança.
Se a criança não se adaptar ao primeiro profissional, vocês podem conhecer outro psicólogo da equipe sem custo adicional até encontrar alguém com quem ela consiga seguir o acompanhamento.
*Conversa inicial sem custo válida para psicoterapia em todas as idades, orientação de pais e fonoaudiologia. Atendimentos com psiquiatras, neuropsicólogos, nutricionistas e outros profissionais seguem critérios próprios.
Os responsáveis podem contar o que está acontecendo, tirar dúvidas e entender melhor o atendimento antes do início da psicoterapia.
Se a criança não se sentir à vontade com o primeiro profissional, é possível conhecer outro psicólogo da equipe sem custo adicional.
Nem toda mudança significa que existe um problema. Mas quando alguns comportamentos se repetem, aumentam de intensidade ou começam a interferir na rotina, nas relações ou na escola, compreender o que está acontecendo pode ajudar.
Clique em uma situação para explorar.
Esses exemplos não indicam, isoladamente, um diagnóstico. Frequência, intensidade, contexto e impacto na rotina também precisam ser considerados.
Na terapia infantil, os objetivos, os recursos utilizados e a participação dos responsáveis são definidos a partir das dificuldades que aparecem no dia a dia e do contexto de cada criança.
Os objetivos partem das situações que estão trazendo dificuldades, como rotina, escola, relações, medos ou frustrações, e das habilidades que a criança precisa desenvolver.
Idade, repertório, interesses, rotina, relações e os contextos em que os comportamentos acontecem ajudam a definir estratégias e recursos adequados aos objetivos do acompanhamento.
A conversa inicial ajuda a organizar o que está preocupando, compreender o impacto na rotina e definir os primeiros objetivos. Eles podem ser revistos conforme novas informações aparecem.
Quando as mudanças também dependem do que acontece em casa, na escola ou em outros contextos, pais e responsáveis podem receber orientações para aplicar estratégias no cotidiano.
Experiências reais
Cada criança chega com uma história, uma rotina e dificuldades diferentes. Os relatos abaixo vêm de atendimentos realizados na Revitaliz e destacam aspectos importantes também na terapia infantil: acolhimento, vínculo, participação da família e cuidado individualizado.
Na terapia infantil, compreender a criança também envolve observar sua rotina, suas relações e os contextos em que as dificuldades acontecem. Quando necessário, pais e responsáveis participam do processo.
“Minha filha, de 8 anos, está em acompanhamento há cerca de um ano, e a evolução dela tem sido muito significativa. O Rafa criou um ambiente acolhedor, seguro e de confiança, e sempre se mostrou disponível para orientar a família quando necessário.”
“Durante um momento delicado da vida do meu filho, fomos surpreendidos com tanto acolhimento. O atendimento individual e a orientação parental foram fundamentais para a vida ficar mais leve. Recomendo para famílias que precisam de suporte psicológico.”
“Profissional muito disponível, atencioso, com grande experiência, realiza orientação familiar e escolar, enriquecendo o acompanhamento terapêutico.”
“Meu filho já tinha feito terapia com outro profissional e não queria ir. Com o Rafael foi diferente: ele vai às sessões sozinho e temos percebido progresso em vários aspectos comportamentais. As orientações para nós, pais, também têm feito toda a diferença.”
Às vezes, começa brincando.
O processo começa compreendendo o que está acontecendo na rotina, passa pela construção de vínculo com a criança e continua acompanhando as mudanças dentro e fora das sessões.
O acompanhamento começa entendendo o que motivou a procura, em quais situações as dificuldades aparecem e como elas afetam a rotina da criança e da família. Nos primeiros encontros, o psicólogo também começa a conhecer a forma como a criança interage e participa.
A conversa com pais ou responsáveis ajuda a compreender a rotina, o histórico e as situações que estão trazendo preocupação.
Nos primeiros encontros, o psicólogo observa como a criança interage, brinca, se comunica e responde às propostas apresentadas.
As informações iniciais ajudam a definir quais situações merecem atenção e quais objetivos podem orientar o começo do acompanhamento.
Brincadeiras, jogos, desenhos, conversas e outros recursos podem ser utilizados de acordo com a idade, os interesses e os objetivos do atendimento. O foco é compreender situações importantes e criar oportunidades para desenvolver e praticar novas habilidades.
Compreender melhor em quais situações alguns comportamentos aparecem e o que acontece antes e depois deles.
Desenvolver habilidades para lidar com comunicação, frustração, medos, conflitos, organização, autonomia e outros desafios do cotidiano.
Experimentar novas formas de agir e ampliar possibilidades que possam ser utilizadas em casa, na escola e em outras situações da rotina.
A evolução é acompanhada considerando o que acontece no cotidiano. Mudanças na frequência ou intensidade de comportamentos, na rotina, nas relações e no uso de novas habilidades ajudam a avaliar o processo e revisar os objetivos quando necessário.
Os objetivos são revistos ao longo do acompanhamento de acordo com as mudanças observadas na rotina da criança.
Pais e responsáveis podem receber orientações e participar do processo quando mudanças no ambiente também contribuem para os objetivos do atendimento.
Quando necessário e com as autorizações adequadas, o cuidado também pode ser articulado com a escola ou com outros profissionais.
Compreender o contexto. Construir vínculo. Acompanhar mudanças.
Quando um comportamento começa a se repetir ou interferir na rotina, é comum surgir dúvida sobre o que está acontecendo, como responder e em que momento procurar ajuda.
Será que isso faz parte da idade?
Não sei quando devo insistir ou recuar.
Tenho medo de estar reagindo do jeito errado.
A escola tem percebido dificuldades também.
Parece que algumas situações estão ficando mais difíceis.
O que podemos fazer diferente em casa?
O mesmo comportamento pode acontecer por motivos diferentes. Por isso, antes de pensar em estratégias, buscamos compreender em quais situações ele aparece, o que costuma acontecer antes e depois e como isso afeta a rotina da criança e da família.
Pais e responsáveis ajudam a trazer informações sobre rotina, relações, escola, mudanças recentes e situações que dificilmente apareceriam apenas dentro do consultório.
Mais de 100 recursos selecionados para desbloquear emoções
Reunimos respostas para dúvidas que costumam aparecer antes e durante a terapia infantil. Você pode escrever sua dúvida do seu jeito, usar uma sugestão ou explorar temas como vínculo, brincadeira, participação da família, escola e formas de atendimento.
Pode escrever como você falaria com a gente. A busca também reconhece termos relacionados.
Quatro dúvidas que costumam aparecer antes de iniciar o acompanhamento infantil.
É um acompanhamento psicológico adaptado à idade e às necessidades da criança. O trabalho busca compreender como as dificuldades aparecem na rotina e nas relações e pode utilizar conversa, brincadeiras, jogos, desenhos e outros recursos para desenvolver habilidades e trabalhar objetivos definidos no acompanhamento.
Não existe um único comportamento que, sozinho, indique a necessidade de terapia. Vale procurar uma avaliação quando dificuldades se repetem, aumentam de intensidade ou começam a interferir na rotina, na escola, nas relações, no sono, na autonomia ou na participação da criança em atividades do dia a dia.
Não. A brincadeira pode ser um recurso clínico importante, mas não é usada apenas para ocupar o tempo. Dependendo dos objetivos, jogos, desenhos, histórias e brincadeiras ajudam o psicólogo a observar comportamentos, construir vínculo, criar situações de aprendizagem e praticar novas habilidades.
Sim, quando essa participação contribui para o cuidado. Pais e responsáveis trazem informações sobre a rotina e podem participar de conversas de orientação, alinhamento ou revisão de objetivos. Isso não significa que precisem estar presentes em todas as sessões da criança.
Use os filtros ou abra apenas o que fizer sentido para você.
Não. A terapia pode começar a partir de dificuldades concretas observadas pela criança, pela família ou pela escola, mesmo sem diagnóstico. Se ao longo do acompanhamento surgir necessidade de uma avaliação específica, isso pode ser conversado com os responsáveis.
Não. O acompanhamento também pode ser procurado antes de uma dificuldade se tornar muito intensa. Mudanças de fase, medos, insegurança, conflitos, dificuldades de autonomia, adaptação escolar e outras situações do cotidiano podem ser motivos para conversar com um psicólogo.
Na terapia infantil, a criança participa diretamente do acompanhamento. Na orientação de pais, o foco principal está no trabalho com os responsáveis e nas situações da rotina familiar. Em alguns casos, os dois serviços podem se complementar; em outros, um deles pode ser suficiente.
Pode ser. A forma de conversar, os recursos utilizados, a participação da família e o grau de autonomia no processo mudam conforme idade, desenvolvimento e necessidades. Na transição entre infância e adolescência, a equipe considera o caso individualmente para fazer o direcionamento.
Não existe uma idade única que defina a indicação. O psicólogo considera a etapa de desenvolvimento, a demanda, a forma de comunicação da criança e a participação necessária dos responsáveis. Em crianças muito pequenas, o trabalho com os adultos pode ter um papel ainda maior.
Não. A terapia não tem como objetivo produzir obediência sem considerar o contexto. O trabalho busca compreender o que os comportamentos comunicam ou produzem naquela situação e desenvolver habilidades que ajudem a criança e a família a lidar melhor com dificuldades do cotidiano.
Em muitos casos, o primeiro contato acontece com os pais ou responsáveis para compreender o motivo da procura, a rotina e as situações que estão preocupando. Depois, o psicólogo organiza os primeiros encontros com a criança de acordo com idade, demanda e contexto.
Os primeiros encontros servem para a criança conhecer o psicólogo e o espaço, enquanto o profissional começa a observar como ela interage, se comunica e participa. Não existe a expectativa de que a criança explique tudo o que sente logo na primeira sessão.
A explicação pode ser simples e adequada à idade: dizer que ela vai conhecer uma pessoa que conversa, brinca e ajuda crianças e famílias quando alguma coisa está difícil. É melhor evitar apresentar a terapia como castigo, ameaça ou consequência por ter se comportado mal.
A resistência pode acontecer, especialmente no começo. Em vez de transformar a ida em punição ou discussão constante, os responsáveis podem explicar por que estão procurando ajuda e conversar com o psicólogo sobre uma forma gradual de apresentar o atendimento.
Isso não impede necessariamente o trabalho. Crianças podem se comunicar e participar de diferentes formas, e o psicólogo pode começar por brincadeiras, jogos, desenhos, interesses ou atividades compatíveis com a idade enquanto o vínculo é construído.
Não. Se quiser, pode separar exemplos de situações que têm preocupado, quando costumam acontecer, o que já foi tentado e informações importantes sobre rotina, escola e mudanças recentes. Não é necessário chegar com uma explicação pronta.
Não. A família pode procurar diretamente um psicólogo. Se durante o acompanhamento houver necessidade de avaliação ou cuidado de outra área, isso pode ser conversado com os responsáveis.
Além da formação e da experiência com crianças, vale observar se o profissional explica o processo com clareza, considera a participação da família e consegue construir uma relação em que a criança se sinta progressivamente à vontade. Idade, interesses e características da demanda também podem ajudar no direcionamento.
Porque crianças nem sempre conseguem participar de uma sessão apenas pela conversa. Esses recursos podem tornar situações mais concretas, favorecer comunicação e vínculo e permitir que determinadas habilidades sejam observadas ou praticadas de uma forma compatível com a idade.
O recurso é escolhido a partir do que o psicólogo precisa compreender, ensinar ou praticar com aquela criança. O mesmo jogo pode ser usado de formas diferentes em casos diferentes; o objetivo clínico vem antes do recurso.
Pode haver momentos de escolha, mas isso depende do objetivo do encontro. O psicólogo pode alternar atividades propostas pela criança e pelo profissional, usando os interesses dela sem deixar que todo o acompanhamento dependa apenas do que ela prefere fazer.
Sim. Jogos, personagens, histórias, esportes e outros interesses podem ajudar o psicólogo a conhecer a criança, construir vínculo e criar atividades que façam sentido para ela. Esses interesses são usados quando contribuem para os objetivos do acompanhamento.
Em muitos atendimentos, sim, principalmente depois dos primeiros contatos. A forma de participação dos responsáveis depende da idade, do vínculo, da demanda e do que for necessário em cada momento do processo.
Podem participar quando isso ajuda o processo, especialmente no início ou com crianças menores. Em outros momentos, ficar apenas com o psicólogo pode favorecer vínculo, autonomia e oportunidades de observar a criança em uma interação diferente.
Não existe um prazo único. Algumas crianças se aproximam rapidamente; outras precisam de mais encontros para conhecer o profissional, o ambiente e entender o que acontece ali. O vínculo é acompanhado como parte do próprio processo.
Pode. O trabalho pode ajudar a compreender em quais situações a ansiedade aparece, como a criança reage, quais formas de evitação estão presentes e que habilidades podem ser desenvolvidas para lidar melhor com preocupações e situações difíceis.
Medos fazem parte do desenvolvimento, mas merecem atenção quando se tornam muito intensos, persistentes ou limitam atividades importantes. A terapia pode ajudar a compreender o padrão de medo e construir aproximações graduais e compatíveis com a criança.
Pode, dependendo do contexto. O psicólogo avalia como a dificuldade de separação aparece, quais situações a aumentam e como os adultos respondem. O trabalho pode envolver a criança e também orientações aos responsáveis para favorecer autonomia de forma gradual.
Pode. O acompanhamento busca entender em quais situações as reações aparecem e o que acontece antes e depois delas. A partir disso, podem ser trabalhadas habilidades de comunicação, espera, flexibilidade, resolução de problemas e formas mais adequadas de responder à frustração.
Esses comportamentos precisam ser compreendidos no contexto em que acontecem, incluindo o que costuma antecedê-los, o que a criança consegue comunicar e como o ambiente responde. Quando existe risco de machucar alguém ou intensidade importante, a avaliação deve considerar também medidas de segurança e outros cuidados necessários.
Vale observar quando a mudança persiste e começa a afetar brincadeiras, relações, escola, sono, alimentação ou interesse por atividades que antes faziam parte da rotina. Uma avaliação ajuda a entender o conjunto da situação sem transformar um único comportamento em diagnóstico.
Pode, dependendo do que está produzindo a dificuldade. O trabalho pode envolver seguir instruções, organizar tarefas, iniciar e concluir atividades, manejo de distrações e estratégias para a rotina. Quando há dúvida diagnóstica, pode ser necessária uma avaliação específica.
Pode fazer parte do cuidado. Dependendo das necessidades, o acompanhamento pode trabalhar organização, manejo de impulsividade, comunicação, regulação emocional e habilidades para situações do cotidiano, além de envolver os responsáveis. A terapia não substitui outras avaliações ou tratamentos quando também são indicados.
Podem, desde que a indicação e a experiência do profissional sejam adequadas às necessidades da criança. O atendimento considera comunicação, interesses, contexto, desenvolvimento e objetivos individuais, sem pressupor que todas as crianças autistas precisem trabalhar as mesmas habilidades.
Pode, especialmente quando as dificuldades envolvem comportamento, ansiedade, relações, adaptação, autonomia ou outras situações que interferem no cotidiano escolar. Dificuldades específicas de aprendizagem podem exigir avaliação ou suporte de outras áreas além da psicoterapia.
Pode fazer parte do cuidado. O acompanhamento pode ajudar a compreender os efeitos da experiência, trabalhar habilidades de enfrentamento e comunicação e, junto com a família, avaliar quais mudanças ou articulações com a escola são necessárias.
A dificuldade pode ter causas diferentes e precisa ser compreendida no contexto. A terapia pode trabalhar comunicação, entrada em brincadeiras, resolução de conflitos, flexibilidade, tolerância a frustrações e outras habilidades sociais quando elas fazem parte dos objetivos.
Pode. Mudanças familiares, perdas, mudança de escola ou de casa e outras transições podem alterar comportamento e rotina. O acompanhamento ajuda a compreender como a criança está respondendo à situação e a construir formas de apoio compatíveis com sua idade e contexto.
Esses sinais precisam ser levados a sério e avaliados com prioridade. A psicoterapia pode fazer parte do cuidado, mas situações de risco imediato exigem avaliação de segurança e, quando necessário, atendimento de urgência ou outros profissionais da rede de saúde.
Quando faz sentido, sim. O psicólogo pode discutir formas de responder a situações da rotina, organizar o ambiente, tornar combinados mais claros e criar oportunidades para a criança praticar habilidades fora da sessão.
Não é necessário transformar cada sessão em um relatório detalhado. A comunicação com os responsáveis deve apoiar o cuidado e respeitar a privacidade possível para a idade da criança, considerando também responsabilidades éticas, legais e situações que envolvam segurança.
Pode, quando existe uma necessidade clínica clara e as autorizações adequadas. O contato pode ajudar a compreender como as dificuldades aparecem em outro contexto e a alinhar informações ou estratégias relevantes para o acompanhamento.
Pode, quando essa articulação é útil para o caso e existem as autorizações necessárias. A troca deve ter um objetivo claro, limitar-se às informações relevantes e respeitar as regras éticas e legais de cada acompanhamento.
A organização depende das responsabilidades legais, da rotina da criança e da participação possível de cada responsável. O objetivo é preservar o cuidado da criança e evitar que a terapia seja usada como espaço de disputa entre adultos.
Em algumas situações, sim, mas a organização precisa considerar as responsabilidades legais e o que é necessário para o atendimento da criança. A equipe orienta a família sobre autorizações e participação antes do início.
Podem, quando têm participação importante na rotina e sua inclusão contribui para os objetivos do acompanhamento. Essa participação é combinada com os responsáveis e não é necessária em todos os casos.
Os objetivos são construídos a partir do motivo da procura, das informações trazidas pela família, do que aparece nos primeiros encontros e das necessidades observadas no cotidiano. Eles podem ser ajustados ao longo do processo conforme novas informações e mudanças aparecem.
A frequência depende da demanda, da idade, da fase do acompanhamento e do plano construído com o psicólogo. Essa combinação pode ser revista ao longo do processo.
Não existe uma duração única. Algumas demandas podem ser mais pontuais e outras exigem acompanhamento por mais tempo. A necessidade de continuidade é revisada conforme os objetivos e as mudanças observadas.
A duração prevista é informada antes do início e pode variar conforme o profissional, a idade e a organização do atendimento. A equipe confirma essa informação no momento do agendamento.
O progresso pode aparecer em comportamentos observáveis da rotina: maior participação em atividades, uso de novas habilidades, mudanças na frequência ou intensidade de dificuldades, melhora em relações ou avanços em objetivos específicos. O acompanhamento considera o conjunto do processo, e não uma única sessão.
Ela é revista. O acompanhamento serve para observar o que acontece na prática e ajustar objetivos, atividades e orientações quando algo não faz sentido, não é viável ou não produz o efeito esperado.
Quando os objetivos principais foram alcançados ou o acompanhamento deixa de ser necessário da mesma forma, o encerramento pode ser planejado com a família e, de maneira adequada à idade, com a própria criança. Em alguns casos, a frequência pode ser reduzida antes da finalização.
Pode funcionar para algumas crianças, dependendo da idade, da demanda, da disponibilidade de um ambiente adequado e da capacidade de participar nesse formato. Em outros casos, o presencial pode ser mais indicado. A conversa inicial ajuda a avaliar essa possibilidade.
A Revitaliz oferece atendimento presencial em São Bernardo do Campo e também possui possibilidade de atendimento em São Paulo, conforme o profissional e a disponibilidade, além da modalidade online.
Não. A conversa inicial é sem custo e serve para compreender brevemente a procura, tirar dúvidas e ajudar no direcionamento para um psicólogo da equipe.
A adaptação e o vínculo importam no atendimento infantil. Se a criança não se sentir à vontade com o profissional, a família pode conversar com a equipe e conhecer outro psicólogo sem custo adicional quantas vezes for necessário, até encontrar alguém com quem faça sentido seguir.
O valor depende do profissional e da modalidade de atendimento. A equipe informa as condições antes do início para que a família possa decidir com clareza depois da conversa inicial.
A Revitaliz não trabalha diretamente com convênios. Os atendimentos são particulares e, quando aplicável, a clínica emite nota fiscal para que a família verifique a possibilidade de reembolso com o próprio plano de saúde.
Você pode falar com a equipe pelo WhatsApp e explicar brevemente o que está procurando. A equipe ajuda a entender a demanda, apresenta opções de profissionais e agenda a conversa inicial sem custo.
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Você pode tentar outra palavra ou conversar com a equipe para explicar um pouco melhor o que está acontecendo.
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Sabemos que essa decisão vem acompanhada de muitas incertezas. É normal sentir medo ou achar que “vai passar”.
Este espaço é para te dizer que você não precisa carregar esse peso sozinho(a). Vamos desmistificar o que te impede de dar o primeiro passo?
Muitos pais esperam a "fase passar" e o sofrimento aumenta. Se for fase, te diremos. Se não, intervir cedo é a melhor prevenção.
Aqui não existe tribunal. A Análise do Comportamento não busca culpados, busca funções e contextos. Somos parceiros da família.
Somos especialistas em vínculo. Não forçamos a porta. Respeitamos o tempo da criança e usamos o lúdico para que ela se sinta segura.
Parece brincadeira, mas é técnica. O brincar é a nossa linguagem para acessar emoções e modelar comportamentos. É divertido, mas é clínico.
A sede da Revitaliz fica no Jardim do Mar, na Av. Kennedy, em São Bernardo do Campo. Alguns psicólogos da equipe que atendem crianças também realizam atendimentos presenciais na Vila Mariana, em São Paulo, conforme disponibilidade.
Alguns psicólogos da equipe que trabalham com crianças também realizam atendimentos presenciais na região da Vila Mariana, conforme disponibilidade de agenda e perfil profissional.
A sede da Revitaliz permanece em São Bernardo do Campo.
Consultar disponibilidadeA terapia infantil também pode ser realizada online. A indicação desse formato considera a idade da criança, os objetivos do acompanhamento, as condições de privacidade e a possibilidade de participação no atendimento.
A modalidade mais adequada pode ser conversada antes do início.
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