Provas, notas, prazos, cobranças e expectativas sobre o futuro podem transformar a escola em uma fonte constante de tensão e ansiedade.
Terapia para adolescentes
Um espaço para se entender melhor, enfrentar desafios e construir autonomia.
A terapia para adolescentes oferece um espaço de escuta, vínculo e acolhimento para compreender emoções, relações e conflitos, desenvolver recursos e lidar com os desafios dessa fase com mais autonomia.
- Atendimento presencial em São Bernardo do Campo
- Atendimento presencial na Vila Mariana, em São Paulo
- Atendimento online para todo o Brasil
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Vínculo terapêutico
Construção de confiança para que o adolescente se sinta à vontade e participe do processo.
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Orientação de pais
Apoio aos responsáveis quando necessário, preservando a autonomia do adolescente.
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Prática baseada em evidências
Intervenções com objetivos claros, acompanhamento contínuo e estratégias fundamentadas.
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Trabalho em rede
Alinhamento com família, escola e outros profissionais quando isso contribui para o cuidado.
Encontre um psicólogo que faça sentido para o adolescente sem custo inicial.
A primeira conversa acontece com os pais ou responsáveis e não tem custo. É um espaço para contar o que está acontecendo, entender as principais dificuldades e conhecer melhor o adolescente antes do início da psicoterapia.
O vínculo também importa na escolha do psicólogo
Além das dificuldades apresentadas, buscamos conhecer interesses, rotina, idade e características do adolescente para indicar um profissional da equipe com quem exista maior possibilidade de identificação e construção de vínculo.
E você não precisa acertar na primeira escolha. Se não houver uma boa adaptação, o adolescente pode conhecer até 3 psicólogos diferentes da equipe sem custo adicional antes de definir com quem prefere seguir.
*Conversa inicial sem custo válida para psicoterapia em todas as idades, orientação de pais e fonoaudiologia. Atendimentos com psiquiatras, neuropsicólogos, nutricionistas e outros profissionais seguem critérios próprios.
Situações que podem fazer parte da adolescência.
Nem toda mudança significa que existe um problema. Mas quando algumas dificuldades começam a gerar sofrimento ou afetar relações, escola, rotina ou bem-estar, compreender o que está acontecendo pode ajudar.
Afastamento de amigos, vontade de ficar sozinho ou dificuldade para falar sobre o que sente podem aparecer em diferentes momentos da adolescência.
Comparações, exposição constante e inseguranças com a aparência podem afetar autoestima, humor e a forma como o adolescente se percebe.
Discussões frequentes, irritação e dificuldade de diálogo podem fazer com que pais e adolescentes sintam que não estão sendo compreendidos ou ouvidos.
Irritabilidade, tristeza, ansiedade ou frustrações intensas podem ser difíceis de compreender, organizar e comunicar.
Pertencimento, amizades, primeiros relacionamentos e dúvidas sobre quem se é podem trazer inseguranças, conflitos e novas questões nessa fase.
Nem toda mudança significa que algo está errado.
Quando uma dificuldade começa a gerar sofrimento ou interferir na rotina, conversar com um psicólogo pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo.
É comum ter dúvidas antes de começar a terapia na adolescência.
Entender o que pode ser trabalhado, como acontece o vínculo com o psicólogo e qual é o papel da família também faz parte desse começo.
O que a terapia pode ajudar a construir?
O objetivo não é transformar a personalidade do adolescente. A terapia pode ajudá-lo a compreender melhor o que sente, desenvolver formas de lidar com dificuldades, fortalecer relações e construir mais autonomia para enfrentar os desafios dessa fase.
E se ele não se identificar com o psicólogo?
O vínculo faz diferença. Na conversa inicial, buscamos conhecer dificuldades, interesses, idade e características do adolescente para indicar um profissional com maior chance de identificação. Se não houver um bom encaixe, é possível conhecer outro psicólogo da equipe sem custo adicional.
Por onde a terapia começa?
O trabalho parte do que está acontecendo agora: o que tem preocupado, quais situações estão mais difíceis e como isso aparece na rotina, nas relações ou na escola. A partir daí, psicólogo e adolescente constroem objetivos e caminhos possíveis para o acompanhamento.
Ele precisa chegar querendo falar sobre tudo?
Não. Muitos adolescentes chegam com dúvidas, receio ou pouca vontade de conversar. O vínculo é construído aos poucos, respeitando o tempo de cada um. Ele não precisa saber o que dizer nem se abrir completamente desde a primeira sessão para que o processo possa começar.
Experiências reais
Vínculo e confiança fazem diferença.
A adolescência envolve mudanças, conflitos, descobertas e novas formas de se relacionar. Os relatos abaixo vêm de diferentes atendimentos realizados na Revitaliz e destacam aspectos importantes também no cuidado com adolescentes: vínculo, acolhimento, escuta, participação da família e construção de autonomia.
Um espaço em que o adolescente possa se sentir à vontade
Construir vínculo faz parte do processo. O atendimento busca oferecer um espaço seguro para que o adolescente consiga falar sobre o que vive, compreender seus contextos e desenvolver novas formas de lidar com dificuldades, relações e escolhas.
“Lugar incrível, com profissionais competentes, super recomendo!! O Rafael é um psicólogo diferenciado, que consegue trazer os adolescentes para as consultas de forma natural e faz com que o tratamento seja eficaz!!! Recomendo muito tanto o Rafael, como toda equipe de profissionais 🙂”
“Profissional muito disponível, atencioso, com grande experiência, realiza orientação familiar e escolar, enriquecendo o acompanhamento terapêutico.”
“Rafael sempre me ajudou muito a conseguir entender os principais pontos positivos e aonde devo melhorar. Sua maneira de expor as situações e estimular a resolução da melhor maneira possível me ensinaram a ter uma nova visão de mundo. Grato por tudo.”
“O Rafael é muito atencioso e tem dado ótimas orientações sobre nosso processo. Ele é flexível e tem uma linguagem fácil de entender e aplicar.”
Nem todo vínculo começa
falando sobre o que dói
Às vezes, começa por aquilo
que faz sentido para ele.
Como funciona a terapia para adolescentes.
O processo começa entendendo o que está acontecendo, passa pela construção de vínculo com o adolescente e continua acompanhando o que muda dentro e fora das sessões.
Primeiro, entender o contexto e construir vínculo.
O início do acompanhamento ajuda a compreender o que motivou a procura e como aquela dificuldade aparece na vida do adolescente. A partir daí, o psicólogo começa a construir com ele um espaço de confiança e segurança.
O primeiro contato pode incluir uma conversa com pais ou responsáveis para compreender a demanda e o contexto familiar.
Nas primeiras sessões, o foco também está em conhecer o adolescente e construir vínculo, respeitando seu tempo e sua forma de participar.
As primeiras informações ajudam a definir o que merece atenção naquele momento e por onde o trabalho pode começar.
Depois, trabalhar o que faz sentido para aquele adolescente.
As sessões partem das situações que fazem parte da vida real do adolescente. Escola, família, amizades, relacionamentos, interesses e dificuldades podem ajudar a compreender padrões e construir novas formas de lidar com o que está acontecendo.
Compreender melhor emoções, comportamentos e situações que se repetem.
Desenvolver recursos para lidar com ansiedade, conflitos, frustrações, relações e outros desafios.
Construir mais autonomia para fazer escolhas, resolver problemas e participar ativamente do próprio processo.
Ao longo do processo, observar, conversar e ajustar.
A evolução é acompanhada ao longo do atendimento. Mudanças na rotina, nas relações e na forma de lidar com dificuldades ajudam a avaliar o processo e a decidir se os objetivos precisam ser mantidos, ajustados ou ampliados.
A evolução é observada continuamente, com revisão de objetivos conforme o processo avança.
Pais e responsáveis podem participar do acompanhamento quando isso contribui para o cuidado.
Quando necessário e com as autorizações adequadas, o cuidado também pode ser articulado com a escola ou outros profissionais.
Entender o contexto. Construir vínculo. Acompanhar o que muda.
O adolescente tem seu espaço. A família também participa do cuidado.
Na terapia com adolescentes, vínculo e confiança precisam coexistir com a participação de pais e responsáveis. Esse equilíbrio é construído de acordo com a idade, o contexto e as necessidades de cada caso.
Nem sempre. Alguns adolescentes chegam com dúvidas, resistência ou sem vontade de estar ali. O começo também pode servir para construir vínculo e tornar aquele espaço suficientemente seguro para que a participação aconteça aos poucos.
A terapia precisa preservar um espaço de confiança para o adolescente. O que é compartilhado com os responsáveis depende da idade, das necessidades do acompanhamento e dos limites éticos e de sigilo.
Quando isso contribui para o acompanhamento, sim. Conversas com pais e responsáveis podem ajudar a compreender comportamentos, organizar estratégias para o dia a dia e pensar em formas de oferecer suporte fora da sessão.
Quando há benefício para o cuidado e as autorizações necessárias, o acompanhamento pode incluir diálogo com a escola ou outros profissionais para compreender melhor o contexto e fortalecer a rede de apoio do adolescente.
Passe o mouse ou clique em uma dúvida para saber mais.
A terapia é do adolescente. Mas os pais também podem precisar de um espaço próprio.
A participação da família pode acontecer dentro do acompanhamento do adolescente sem transformar a terapia em um espaço de vigilância. Quando pais e responsáveis precisam trabalhar suas próprias dúvidas, estratégias e dificuldades com mais profundidade, existe também um serviço específico para isso.
Significa construir uma forma de estar presente que respeite a confiança do adolescente e, ao mesmo tempo, ajude a família a oferecer suporte fora da terapia.
Adolescência, comportamento e saúde mental também fazem parte da conversa fora do consultório.
Profissionais da Revitaliz contribuem com veículos de imprensa em pautas sobre adolescência, comportamento, relações familiares, desenvolvimento e saúde mental — temas que também aparecem nas dúvidas, conflitos e mudanças vividas nessa fase da vida.
G1
Quando a cidade vira consultório
Em reportagem do G1, a Revitaliz mostrou como objetivos terapêuticos também podem ser trabalhados em situações reais do cotidiano. Em uma noite de jogos, comunicação, convivência, trabalho em equipe e tolerância à frustração puderam ser observados e trabalhados enquanto as interações aconteciam.
Ver participação na mídiaQuando a tela começa a ocupar espaço demais
Rafael Baptista de Melo discute como smartphones podem disputar espaço com experiências importantes para atenção, desenvolvimento e interação — e o papel dos adultos na construção de uma relação mais equilibrada com as telas.
O papel dos adultos depois de uma experiência difícil
Rafael Baptista de Melo comenta a importância da presença, da escuta e do acolhimento dos adultos diante de situações extremas ou potencialmente traumáticas — e como a rede de apoio pode ajudar na recuperação emocional.
Talvez a sua dúvida esteja aqui.
Reunimos respostas para dúvidas que costumam aparecer antes e durante a terapia na adolescência. Você pode escrever sua dúvida do seu jeito, usar uma sugestão ou explorar temas como vínculo, sigilo, participação da família, escola e formas de atendimento.
Pode escrever como você falaria com a gente. A busca também reconhece termos relacionados.
Quatro dúvidas que costumam aparecer logo antes de iniciar o acompanhamento.
O que é terapia para adolescentes?
É um acompanhamento psicológico voltado às necessidades dessa fase do desenvolvimento. O trabalho pode envolver emoções, relações, escola, família, identidade, escolhas, dificuldades do dia a dia e outros temas importantes para o adolescente.
Meu filho precisa querer fazer terapia?
Nem sempre ele vai chegar motivado. Alguns adolescentes começam com dúvidas, resistência ou porque os responsáveis sugeriram o atendimento. O primeiro objetivo pode ser justamente construir vínculo e permitir que ele conheça o espaço antes de decidir como participar.
O psicólogo vai contar aos pais tudo o que o adolescente disser?
Não. A terapia precisa preservar um espaço de confiança para o adolescente. A comunicação com os responsáveis é organizada de modo a apoiar o cuidado sem transformar cada sessão em um relatório do que foi conversado.
Os pais participam das sessões?
Podem participar em momentos específicos, quando isso contribui para o acompanhamento. Ao mesmo tempo, o adolescente precisa ter um espaço próprio com o psicólogo para que vínculo, confiança e autonomia possam se desenvolver.
Use os filtros ou abra apenas o que fizer sentido para você.
Pode fazer sentido quando existem mudanças persistentes de humor ou comportamento, sofrimento emocional, conflitos frequentes, isolamento, dificuldades escolares ou relacionais, ou quando o próprio adolescente ou a família percebe que seria útil ter um espaço de apoio. Não é necessário esperar uma crise para procurar ajuda.
Não. A terapia pode começar a partir de dificuldades, dúvidas ou objetivos concretos, mesmo sem diagnóstico. Se ao longo do acompanhamento houver indicação de uma avaliação específica, isso pode ser conversado com o adolescente e com os responsáveis.
Não. O acompanhamento também pode ajudar antes de uma crise, em momentos de mudança, dúvidas sobre relacionamentos, pressão escolar, desenvolvimento de autonomia, autoestima, comunicação e outras questões próprias da adolescência.
Pode ser. A adolescência exige um equilíbrio particular entre autonomia, vínculo, sigilo e participação dos responsáveis. A forma de conversar, definir objetivos e envolver a família é ajustada à idade, ao desenvolvimento e às necessidades de cada caso.
A terapia não funciona como uma lista de ordens ou conselhos prontos. O psicólogo ajuda o adolescente a compreender melhor situações, consequências, emoções e possibilidades para que ele desenvolva recursos e participe das próprias decisões.
Não. Se algo está gerando sofrimento, atrapalhando a rotina ou preocupando o adolescente ou a família, já pode ser uma razão válida para conversar com um psicólogo. A indicação é avaliada a partir do contexto, e não apenas da intensidade aparente do problema.
Além da formação e da experiência do profissional, o vínculo importa muito. Idade, interesses, estilo de comunicação, demanda e preferências do adolescente podem ajudar no direcionamento para um psicólogo com maior chance de bom encaixe.
A indicação não é definida apenas por uma idade isolada. Na transição entre infância e adolescência, a equipe considera idade, desenvolvimento, demanda e preferências para indicar o profissional e entender se faz mais sentido um atendimento infantil ou voltado a adolescentes. A conversa inicial ajuda nesse direcionamento.
Vale evitar transformar a terapia em ameaça ou punição. Os responsáveis podem explicar por que estão preocupados, apresentar o atendimento como uma possibilidade de apoio e conversar com a equipe sobre a melhor forma de fazer esse primeiro contato.
Isso pode acontecer e não significa que a terapia não vai funcionar. O psicólogo pode começar pelo que o adolescente tolera naquele momento, inclusive assuntos cotidianos e interesses, sem exigir que ele fale imediatamente sobre o que é mais difícil.
Uma forma possível é explicar com clareza o que tem preocupado a família e apresentar a terapia como um espaço dele, e não como castigo. Também ajuda dizer que ele poderá conhecer o profissional e participar da construção do processo.
Isso pode variar de acordo com a idade e a situação. Em muitos casos, faz sentido ouvir inicialmente os responsáveis para compreender a procura e, em seguida, garantir ao adolescente um espaço próprio para conhecer o psicólogo e participar do processo.
O foco inicial é conhecer o adolescente, explicar como funciona o atendimento e começar a construir vínculo. Não existe a expectativa de que ele conte tudo de uma vez; o ritmo da conversa é ajustado ao que ele consegue e quer compartilhar naquele momento.
Não. Se quiser, pode pensar em exemplos do que tem preocupado a família, quando as dificuldades aparecem e o que já foi tentado. Mas não é necessário chegar com tudo organizado ou com uma explicação pronta.
Não. A família pode procurar diretamente um psicólogo, sem encaminhamento médico prévio. Se ao longo do acompanhamento houver necessidade de avaliação ou cuidado de outra área, isso pode ser conversado com o adolescente e com os responsáveis.
Vínculo é uma parte importante do atendimento. Se o encaixe não acontecer, é possível conversar com a equipe e conhecer outro profissional, sem custo adicional por essa troca inicial, até encontrar uma opção que faça mais sentido.
O sigilo ajuda a tornar a sessão um espaço seguro para conversar. Ao mesmo tempo, o acompanhamento de menores envolve responsabilidades éticas e legais; por isso, os limites do sigilo e a forma de comunicação com os responsáveis são explicados no início e retomados quando necessário.
Sim. Situações que envolvam segurança, risco relevante ou necessidade de proteção podem exigir uma comunicação diferente. Sempre que possível, essa condução é feita com clareza e cuidado, preservando a confiança do adolescente dentro dos limites éticos e legais.
Sim, e isso costuma ser importante para a construção de um espaço próprio de confiança. A participação dos responsáveis pode acontecer em momentos específicos, de acordo com a idade, a demanda e o que fizer sentido para o acompanhamento.
Não existe um prazo único. Alguns adolescentes se sentem à vontade rapidamente; outros precisam de mais tempo para observar o profissional e entender se aquele espaço parece seguro. O vínculo é acompanhado como parte do próprio processo.
Podem. Interesses fazem parte da vida do adolescente e podem ajudar o psicólogo a conhecê-lo para além da dificuldade que motivou a procura. Eles podem entrar na conversa quando ajudam a construir vínculo ou a compreender experiências, relações e contextos importantes.
Em alguns casos, sim. Quando existe um objetivo clínico claro, determinadas habilidades podem ser trabalhadas em situações reais do cotidiano, com planejamento e combinação prévia. Esse tipo de atendimento não é necessário para todos os adolescentes.
Pode. O trabalho pode ajudar a compreender situações que disparam ansiedade, reconhecer padrões de pensamento e comportamento e desenvolver formas mais úteis de enfrentar medos, preocupações, evitação e outras dificuldades associadas.
Pode. A terapia pode trabalhar a forma como o adolescente lida com cobrança, expectativas, erros, comparação, ansiedade de desempenho e organização emocional diante das demandas escolares.
O isolamento pode ter significados diferentes. A terapia ajuda a entender quando e por que esse afastamento acontece, como estão as relações e se existem ansiedade, tristeza, conflitos, experiências de rejeição ou outras dificuldades envolvidas.
Pode. O acompanhamento pode explorar como o adolescente se percebe, de onde vêm determinados padrões de comparação e como experiências sociais, familiares e digitais influenciam sua relação consigo mesmo.
Pode. O foco não precisa ser apenas reduzir tempo de tela. Também é possível compreender o que o uso oferece naquele contexto, como afeta sono, rotina, comparação, relações e emoções e quais mudanças são viáveis no dia a dia.
Pode. O adolescente pode trabalhar formas de comunicar necessidades, lidar com emoções e compreender padrões que aparecem nos conflitos. Quando necessário, os responsáveis também podem ser envolvidos para pensar em mudanças na dinâmica familiar.
Pode. O processo busca entender em quais contextos essas reações aparecem, o que costuma antecedê-las e quais consequências mantêm o padrão. A partir disso, podem ser desenvolvidas formas mais seguras e eficazes de lidar com emoções intensas.
Sim. Pertencimento, amizade, namoro, rejeição, ciúmes, limites e conflitos fazem parte da vida adolescente e podem ser trabalhados quando estão gerando sofrimento, dúvida ou dificuldade.
Pode fazer parte do cuidado. Além de acolher os efeitos emocionais da experiência, o acompanhamento pode ajudar a desenvolver recursos de enfrentamento e avaliar, junto com a família, quais mudanças ou articulações com a escola são necessárias.
Pode. Dependendo das necessidades, o trabalho pode envolver organização, manejo de impulsividade, planejamento, regulação emocional, relações e estratégias para situações do cotidiano. O acompanhamento psicológico não substitui outras avaliações ou tratamentos quando eles também são indicados.
Podem. O atendimento precisa considerar o perfil, as necessidades, a comunicação, os interesses e os objetivos daquele adolescente, sem pressupor que todas as pessoas autistas precisam trabalhar as mesmas coisas.
Merecem atenção quando são intensos, persistentes ou começam a afetar sono, alimentação, escola, relações, interesse por atividades ou funcionamento no dia a dia. Uma avaliação profissional ajuda a compreender o contexto sem transformar um único sinal em diagnóstico.
Esses sinais precisam ser levados a sério e avaliados com prioridade. A psicoterapia pode fazer parte do cuidado, mas situações de risco imediato exigem uma avaliação de segurança e, quando necessário, atendimento de urgência ou outros profissionais da rede de saúde.
Quando faz sentido, sim. Conversas com responsáveis podem ajudar a compreender comportamentos, alinhar expectativas, organizar estratégias para o cotidiano e pensar em formas de apoiar o adolescente fora da sessão.
Quando há necessidade clínica e as autorizações adequadas, o cuidado pode incluir diálogo com a escola. O objetivo é compreender melhor o contexto e alinhar informações que realmente contribuam para o acompanhamento.
Pode, quando essa articulação é útil para o caso e existem as autorizações necessárias. A troca entre profissionais deve ter um objetivo claro e respeitar o sigilo e os limites de cada acompanhamento.
A condução depende da organização familiar e das responsabilidades de cada responsável. O objetivo é preservar o cuidado do adolescente e construir uma comunicação que não transforme a terapia em espaço de disputa entre adultos.
Sim. Quando os responsáveis precisam de um espaço mais focado em dúvidas, limites, rotina, comportamento ou relação familiar, a Orientação de Pais pode complementar o acompanhamento sem transformar a sessão do adolescente em um espaço para trabalhar todas as questões dos adultos.
Quando o adolescente é menor de idade, o início do atendimento é organizado com a ciência e as autorizações necessárias dos responsáveis legais, conforme as exigências aplicáveis. A equipe explica essa parte antes do primeiro atendimento para que a família saiba como o processo será conduzido.
Os objetivos são construídos a partir da demanda inicial, do que o adolescente traz nas sessões e do que aparece no acompanhamento. Eles podem ser revistos ao longo do processo conforme novas necessidades surgem ou algumas dificuldades deixam de ter o mesmo peso.
O progresso pode aparecer de formas diferentes: mudanças na rotina, nas relações, na forma de lidar com emoções, na capacidade de conversar sobre dificuldades ou em objetivos específicos definidos no acompanhamento. A evolução é avaliada pelo conjunto do processo, e não por uma única sessão.
Não existe um tempo único. A duração depende da demanda, dos objetivos, da evolução e do contexto de cada adolescente. O processo pode ser revisto ao longo do acompanhamento para avaliar continuidade, mudanças de foco ou encerramento.
A frequência é definida conforme a necessidade clínica, a fase do acompanhamento e a disponibilidade do adolescente e da família. Essa combinação pode ser revista ao longo do processo.
A duração prevista é informada antes do início do acompanhamento e pode variar conforme o profissional, a idade e a organização do atendimento. A equipe confirma essa informação no momento do agendamento.
Quando os objetivos principais foram alcançados ou o acompanhamento deixa de ser necessário da mesma forma, o encerramento pode ser planejado e conversado com o adolescente e, quando pertinente, com os responsáveis. Também pode haver redução gradual da frequência antes da finalização.
Pode funcionar bem quando o adolescente tem condições de privacidade, acesso adequado e consegue se envolver nesse formato. A indicação também depende da demanda e das características de cada caso.
A Revitaliz oferece atendimento presencial em São Bernardo do Campo e também possui possibilidade de atendimento em São Paulo, além da modalidade online. A equipe pode orientar sobre disponibilidade de profissionais em cada local.
Não. A conversa inicial é sem custo e serve para entender brevemente a procura, tirar dúvidas sobre o atendimento e ajudar no direcionamento para um profissional com perfil compatível.
A Revitaliz não trabalha diretamente com convênios. Quando aplicável, é emitida nota fiscal para que a família verifique a possibilidade de reembolso com o próprio plano de saúde.
Você pode falar com a equipe pelo WhatsApp e explicar brevemente o que está procurando. A equipe ajuda a entender a demanda, apresenta opções de profissionais e agenda a conversa inicial sem custo.
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Terapia para adolescentes presencial em São Bernardo do Campo, com opção também em São Paulo.
A Revitaliz fica no Jardim do Mar, na Av. Kennedy, em São Bernardo do Campo. Para quem está em São Paulo, alguns profissionais também realizam atendimentos presenciais na Vila Mariana, conforme disponibilidade.
Unidade Revitaliz · Jardim do Mar
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A unidade da Revitaliz fica na Torre Work Mix, na Av. Kennedy, no Jardim do Mar, em São Bernardo do Campo.
Atendimento presencial na Vila Mariana.
Alguns profissionais da equipe também realizam atendimentos presenciais em São Paulo, na região da Vila Mariana, conforme disponibilidade de agenda e perfil profissional.
A sede da Revitaliz permanece em São Bernardo do Campo. A Vila Mariana é uma opção adicional de atendimento presencial oferecida por alguns profissionais da equipe.
A terapia para adolescentes também acontece online, com atendimento para todo o Brasil.