Crises intensas, reações muito fortes a frustrações ou dificuldade para aceitar limites no dia a dia.
Orientação de pais
Como lidar com os desafios da criação
dos filhos.
A orientação de pais ajuda você a compreender melhor o comportamento dos filhos e desenvolver estratégias práticas para lidar com limites, emoções, rotina e outros desafios da criação com mais segurança.
- Atendimento online para todo o Brasil
- Atendimento presencial em São Bernardo do Campo
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Compreensão do comportamento
Entenda o que pode estar por trás das birras, dificuldades na escola e conflitos do dia a dia.
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Estratégias para pais
Aprenda o que fazer na prática para lidar com limites, rotina, comunicação e comportamento dos filhos.
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Fortalecimento do vínculo
Mais do que reduzir dificuldades, buscamos melhorar a relação entre você e seu filho.
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Orientação personalizada
As orientações são adaptadas à realidade, às necessidades e ao momento vivido por cada família.
Encontre o psicólogo certo para sua família sem custo inicial.
Sentir confiança no psicólogo faz diferença. Por isso, a primeira conversa não é cobrada. É um espaço para conhecer o profissional, contar o que está acontecendo e entender se a proposta faz sentido para sua família.
Você não precisa acertar na primeira escolha
Se não houver identificação com o primeiro psicólogo, você pode conhecer até 3 profissionais diferentes da equipe sem custo adicional.
O acompanhamento só começa a ser cobrado depois que você escolhe o profissional com quem se sente seguro para seguir.
*Conversa inicial sem custo válida para psicoterapia em todas as idades, orientação de pais e fonoaudiologia. Atendimentos com psiquiatras, neuropsicólogos, nutricionistas e outros profissionais seguem critérios próprios.
Situações em que a orientação de pais costuma ajudar.
Alguns comportamentos ou mudanças na rotina podem deixar os pais sem saber se é uma fase, se precisam ajustar alguma coisa ou se vale buscar ajuda. A orientação de pais pode ser útil em situações como estas.
Medos ou preocupações que começam a atrapalhar o sono, a escola, separações ou situações que antes eram mais tranquilas.
Quando regras e combinados viram discussões frequentes e fica difícil manter uma resposta consistente.
Mudanças no comportamento, resistência para estudar, dificuldade de adaptação à rotina ou conflitos ligados à escola.
Irritabilidade, frustração intensa, dificuldade para se acalmar ou colocar em palavras o que está sentindo.
Discussões frequentes, tensão em casa ou dificuldade de comunicação entre pais, filhos e outros membros da família.
Você não precisa descobrir sozinho como lidar com tudo isso.
Na orientação de pais, o psicólogo ajuda a entender o que está acontecendo e a pensar em estratégias possíveis para a realidade da sua família.
É comum ter dúvidas na hora de procurar orientação de pais.
Escolher um profissional, entender como funciona o processo e saber se esse cuidado faz sentido para a sua realidade também faz parte do processo
O que está acontecendo com meu filho?
Nem sempre é fácil entender o que está por trás de uma birra, de um conflito ou de uma dificuldade que se repete. Na orientação, a família organiza o que está acontecendo e define, junto com o psicólogo, o que merece atenção primeiro.
Será que esse profissional combina com a nossa família?
A relação com o psicólogo importa. A primeira conversa é sem custo e, se não houver identificação com o primeiro profissional, vocês podem conhecer outro psicólogo da equipe antes de decidir como seguir.
Por onde a gente começa?
A conversa parte do que está acontecendo hoje: o que tem preocupado a família, o que já foi tentado e quais situações estão pesando mais na rotina. A partir daí, o trabalho vai sendo construído em conjunto.
E se eu ainda não tiver certeza?
Você não precisa chegar com todas as respostas nem decidir tudo no primeiro contato. A conversa inicial serve também para conhecer o profissional, entender a proposta e tirar dúvidas antes de começar.
Experiências reais
O que dizem famílias que passaram por aqui.
Cada família chega com uma história diferente. Mais do que números, são os relatos de pais e responsáveis que mostram como acolhimento, orientação e vínculo podem fazer diferença ao longo do processo.
Cuidado com crianças e famílias
A orientação de pais envolve mais do que indicar o que fazer. Buscamos compreender a realidade da família, construir vínculo e oferecer estratégias que façam sentido para o dia a dia.
“Minha filha, de 8 anos, está em acompanhamento há cerca de um ano, e a evolução dela tem sido muito significativa. O Rafa criou um ambiente acolhedor, seguro e de confiança, e sempre se mostrou disponível para orientar a família quando necessário.”
“Durante um momento delicado da vida do meu filho, fomos surpreendidos com tanto acolhimento. O atendimento individual e a orientação parental foram fundamentais para a vida ficar mais leve. Recomendo para famílias que precisam de suporte psicológico.”
“Meu filho já tinha feito terapia com outro profissional e não queria ir. Com o Rafael foi diferente: ele vai às sessões sozinho e temos percebido progresso em vários aspectos comportamentais. As orientações para nós, pais, também têm feito toda a diferença.”
“Meu filho se sente muito seguro e acolhido, além de se identificar com o Rafael, o que deixa as sessões mais produtivas. Além do consultório, ele também tem ajudado junto ao colégio, fortalecendo a rede de apoio. Um cuidado que vai além da sessão.”
Nem toda dificuldade
precisa de uma
resposta mais firme
Às vezes, precisa de um
olhar diferente.
Como acontece a orientação de pais.
A orientação começa entendendo o que está acontecendo, passa pela construção de estratégias possíveis e continua acompanhando o que funciona para a sua família.
Primeiro, entender o contexto.
Antes de pensar em mudar alguma coisa, o psicólogo procura entender como a dificuldade aparece na rotina e o que costuma acontecer ao redor dela.
Em quais situações a dificuldade aparece com mais frequência.
O que costuma acontecer antes e depois do comportamento.
Como a família tem respondido a essas situações no dia a dia.
Depois, construir um caminho possível.
Com uma compreensão melhor do que está acontecendo, família e psicólogo definem prioridades e pensam em estratégias que façam sentido para aquela rotina.
Definir o que merece atenção primeiro naquele momento.
Pensar em estratégias compatíveis com a realidade da família.
Ajustar comunicação, rotina, limites ou ambiente quando fizer sentido.
Ao longo do processo, acompanhar e ajustar.
A orientação não fica presa ao que foi combinado no começo. O acompanhamento ajuda a perceber o que está funcionando, o que precisa ser revisto e quais avanços já apareceram.
Observar o que trouxe algum efeito positivo na rotina familiar.
Revisar estratégias que não fizeram sentido ou não se sustentaram.
Fazer ajustes para que o processo continue útil e possível no dia a dia.
Entender primeiro. Construir em conjunto. Ajustar ao longo do caminho.
Uma biblioteca para pais, disponível na clínica.
Selecionamos livros sobre desenvolvimento, comportamento e relações familiares para você consultar enquanto espera ou pegar emprestado e levar para casa.
Alguns títulos disponíveis
Eduque com carinho
Como falar para seu filho ouvir
Irmãos sem rivalidade
O livro que você gostaria que seus pais tivessem lido
Parentalidade Consciente
Como conversar com crianças pequenas
O Cérebro da Criança
Os exemplares ficam disponíveis na unidade de São Bernardo do Campo.
Infância, comportamento e relações familiares também fazem parte da conversa fora do consultório.
Profissionais da Revitaliz contribuem com veículos de imprensa em pautas sobre desenvolvimento infantil, comportamento, saúde mental e relações familiares — temas que também atravessam muitas das dúvidas e desafios vividos por pais e responsáveis.
G1
Quando a cidade vira consultório
Em reportagem do G1, a Revitaliz mostrou como objetivos terapêuticos também podem ser trabalhados em situações reais do cotidiano. Em uma noite de jogos, comunicação, convivência, trabalho em equipe e tolerância à frustração puderam ser observados e trabalhados enquanto as interações aconteciam.
Ver participação na mídiaQuando a criança é capturada pela tela do celular
Rafael Baptista de Melo discute como smartphones podem disputar espaço com experiências importantes para atenção, desenvolvimento e interação — e o papel dos adultos na construção de uma relação mais equilibrada com as telas.
Como acolher crianças depois de uma experiência difícil
Rafael Baptista de Melo comenta a importância da presença, da escuta e do acolhimento dos adultos para ajudar crianças a lidar com situações extremas ou potencialmente traumáticas.
Talvez a sua dúvida esteja aqui.
Reunimos respostas curtas para dúvidas que costumam aparecer antes e durante a orientação de pais. Você pode escrever sua dúvida do seu jeito, usar uma sugestão ou explorar outros temas e serviços.
Digite do seu jeito. A busca também reconhece termos relacionados.
Quatro dúvidas que costumam aparecer logo no primeiro contato.
O que é orientação de pais?
É um acompanhamento psicológico voltado aos pais ou responsáveis para compreender melhor situações do dia a dia com os filhos e construir estratégias possíveis para aquela família. O foco pode incluir comportamento, limites, emoções, rotina, comunicação e outros desafios da criação.
Preciso ter um diagnóstico do meu filho para procurar orientação de pais?
Não. A orientação pode começar a partir de uma dificuldade concreta da rotina, mesmo sem diagnóstico. Se durante o acompanhamento surgir a necessidade de uma avaliação específica, isso pode ser discutido com a família.
A criança precisa participar dos encontros?
Nem sempre. Em muitos casos, o trabalho acontece apenas com os responsáveis; em outros, pode fazer sentido incluir a criança em algum momento ou manter um acompanhamento infantil em paralelo. Isso é decidido de acordo com a demanda.
A orientação de pais substitui a terapia infantil?
Depende do caso. Algumas demandas podem ser trabalhadas principalmente com os responsáveis, enquanto outras se beneficiam de psicoterapia infantil junto da orientação de pais. A indicação é individual.
Use os filtros ou abra apenas o que fizer sentido para você.
Pode ser útil para pais, mães e outros responsáveis que estejam com dúvidas ou dificuldades na relação e na rotina com crianças ou adolescentes. Não é preciso esperar a situação ficar muito grave para procurar esse tipo de apoio.
Não. Ela também pode ser procurada para dúvidas comuns da criação, mudanças de fase, prevenção de conflitos e organização de estratégias antes que um problema se torne mais desgastante.
Não necessariamente. Na orientação de pais, o foco costuma estar nas situações envolvendo a relação dos responsáveis com os filhos e nas estratégias usadas no cotidiano. A terapia familiar pode ter objetivos mais amplos e envolver diferentes relações da família.
Não. As estratégias são construídas a partir do contexto, das necessidades e do que a família consegue colocar em prática. O que faz sentido para uma casa pode não funcionar da mesma forma em outra.
Os responsáveis ajudam a descrever situações reais, observam o que acontece no dia a dia e testam combinações construídas com o psicólogo. O processo depende dessa troca para que os ajustes tenham relação com a rotina da família.
Sim. Não é preciso existir um diagnóstico ou uma crise instalada. Muitas famílias procuram orientação para lidar melhor com mudanças, antecipar dificuldades e organizar respostas mais consistentes no cotidiano.
Pode. O trabalho ajuda a observar em quais contextos as crises aparecem, o que costuma acontecer antes e depois delas e como os adultos estão respondendo. A partir disso, são construídas estratégias mais consistentes para a rotina.
Pode. A orientação pode trabalhar clareza das regras, previsibilidade das consequências, forma de dar instruções e consistência entre os adultos. O objetivo não é aumentar a rigidez, mas tornar os limites mais compreensíveis e sustentáveis.
Esses comportamentos podem ser analisados dentro do contexto em que acontecem, incluindo frustrações, comunicação, atenção recebida e respostas dos adultos. Quando há risco de machucar alguém ou intensidade importante, pode ser necessário ampliar a avaliação.
Pode ajudar os responsáveis a entender como estão respondendo aos medos, a apoiar a criança sem reforçar evitamentos e a organizar o ambiente. Dependendo da intensidade e do prejuízo, também pode ser indicada avaliação ou psicoterapia para a criança.
Sim. Os pais podem aprender formas de nomear emoções, responder a crises, criar oportunidades de regulação e diferenciar acolher um sentimento de ceder a qualquer comportamento. As estratégias mudam conforme a idade e a situação.
Pode, especialmente quando a dificuldade envolve rotina de estudos, adaptação, comportamento, comunicação com a escola ou recusa em ir às aulas. Quando necessário, o psicólogo também pode sugerir avaliação de outras áreas.
Pode. O trabalho pode ajudar a família a definir limites possíveis, organizar transições, reduzir negociações intermináveis e construir outras atividades na rotina. Também é importante entender para que a tela está funcionando naquele contexto.
Pode. É possível trabalhar como os adultos intervêm nas disputas, como distribuem atenção, quais regras valem para cada situação e como favorecer formas mais adequadas de pedir, negociar e reparar conflitos.
A orientação pode ajudar a identificar o que a criança ou adolescente já consegue fazer, quais apoios ainda são necessários e como reduzir ajuda de forma gradual. O objetivo é aumentar autonomia sem exigir além do que a pessoa consegue naquele momento.
Sim. Horários, transições, tarefas e combinados podem ser reorganizados para ficarem mais previsíveis e realistas. Muitas vezes, pequenas mudanças no ambiente reduzem a quantidade de discussões ao longo do dia.
Pode ajudar quando hábitos, rotina e respostas dos adultos estão envolvidos na dificuldade para dormir ou permanecer na própria cama. Se houver sinais de problema médico do sono, a família pode ser orientada a buscar avaliação específica.
Pode. A orientação pode trabalhar a forma de dar instruções, ouvir, negociar o que é negociável, colocar limites e interromper ciclos de discussão que se repetem. O foco é tornar a comunicação mais funcional para aquela família.
Pode fazer parte do cuidado. O trabalho com os responsáveis pode apoiar organização da rotina, instruções mais claras, manejo de consequências, reforço de comportamentos adequados e articulação com a escola. A necessidade de outros acompanhamentos é avaliada individualmente.
Pode ajudar os responsáveis a compreender melhor padrões de comportamento, adaptar rotina e ambiente, favorecer comunicação e responder de forma mais consistente a situações difíceis. Ela não substitui avaliações ou intervenções específicas quando elas são necessárias.
Pode ser uma parte importante do cuidado, especialmente para trabalhar consistência, reforço de comportamentos adequados, limites e redução de ciclos de confronto entre adultos e criança. A avaliação precisa considerar idade, contexto e possíveis condições associadas.
O trabalho com pais e cuidadores pode fazer parte do plano de cuidado, principalmente em crianças mais novas, mas costuma exigir uma avaliação mais ampla do comportamento, dos contextos em que ele ocorre e de fatores de risco associados.
Pode ajudar os pais a apoiar aproximações graduais de situações de separação, reduzir respostas que mantêm a evitação e combinar formas mais previsíveis de despedida e retorno. Quando a ansiedade é intensa ou limita a vida da criança, avaliação clínica é importante.
A orientação pode ajudar os responsáveis a equilibrar apoio e incentivo à participação, evitando tanto pressão excessiva quanto acomodação constante da evitação. Em muitos casos, o trabalho com a criança também é indicado.
Pode ser muito útil para orientar a família sobre como responder aos rituais e reduzir formas de acomodação familiar. Quando há TOC, o cuidado da criança costuma exigir tratamento específico, e a participação dos responsáveis pode integrar esse processo.
Os responsáveis podem ajudar a observar mudanças de comportamento, apoiar rotina e tratamento, reduzir críticas e manter comunicação próxima. Sintomas depressivos exigem avaliação individual; sinais de risco à segurança precisam de atenção profissional imediata.
Pode ajudar a reduzir pressão para falar, organizar respostas mais adequadas em casa e alinhar estratégias com escola e profissionais envolvidos. O manejo costuma ser gradual e precisa respeitar o nível de ansiedade da criança.
A orientação pode ajudar os pais a ajustar expectativas, rotina de estudos, comunicação e formas de apoiar a criança sem transformar toda a relação em cobrança escolar. A dificuldade de aprendizagem também pode exigir avaliação e suporte educacional específicos.
Pode ajudar os responsáveis a entender melhor os tiques, reduzir repreensões e organizar respostas menos desgastantes no dia a dia. A necessidade de avaliação médica ou psicológica específica depende da intensidade e do impacto dos sintomas.
Pode ajudar os responsáveis a oferecer previsibilidade, acolher reações emocionais, observar mudanças e evitar pressionar a criança a falar antes de estar pronta. Dependendo do evento e dos sintomas, pode ser necessário acompanhamento específico para a criança.
Pode. A orientação pode apoiar adaptação de expectativas, ensino de habilidades, organização da rotina e manejo de comportamentos considerando o nível de desenvolvimento da criança. O trabalho deve ser integrado às necessidades específicas do caso.
Pode ajudar quando surgem dúvidas sobre expectativas, autonomia, frustração, escola, relações sociais ou diferenças entre áreas do desenvolvimento. O foco continua sendo compreender a criança concreta, e não apenas o rótulo.
Pode ser útil como parte do apoio à família, principalmente para reduzir pressa, críticas ou pressão durante a fala e melhorar a comunicação em casa. A avaliação e o acompanhamento da gagueira costumam envolver fonoaudiologia.
Pode ser feita com os responsáveis juntos ou, quando isso não é viável, com quem participa do acompanhamento. O objetivo é aumentar a consistência possível entre as casas sem pressupor que os adultos precisarão concordar em tudo.
Sim. A participação de todos pode ser útil em alguns casos, mas a ausência de um responsável não impede necessariamente o trabalho. O psicólogo avalia o que é possível construir com quem está disponível.
Podem, especialmente quando têm participação importante na rotina da criança. A inclusão é combinada com a família e depende do objetivo do acompanhamento.
Essa diferença pode ser trabalhada sem exigir que os dois pensem igual em tudo. O objetivo é identificar pontos mínimos de consistência e reduzir mensagens contraditórias nos temas que mais afetam a criança.
Quando for pertinente e houver autorização da família, o psicólogo pode trocar informações com a escola para compreender melhor a situação e alinhar estratégias. Isso não é necessário em todos os casos.
Pode haver contato ou reunião quando isso fizer sentido para o caso, os objetivos forem claros e houver consentimento dos responsáveis. A forma dessa participação depende do contexto e da organização do acompanhamento.
Sim. Os temas mudam, mas o trabalho pode envolver autonomia, limites, conflitos, estudos, uso de telas, comunicação, amizades e outras questões próprias da adolescência.
Pode. A orientação pode ajudar a definir papéis, limites, expectativas e formas de comunicação entre os adultos, considerando vínculos já existentes e o tempo de adaptação da criança.
Não necessariamente. Em muitos casos, os responsáveis conseguem trabalhar a dinâmica entre irmãos sem que todos participem dos encontros. Se houver necessidade de incluir alguém, isso pode ser discutido ao longo do processo.
Pode. Com autorização da família e quando houver benefício clínico, a comunicação entre profissionais pode ajudar a alinhar informações e evitar orientações contraditórias.
É um momento para entender o que está preocupando a família, conhecer o profissional e esclarecer como o acompanhamento pode funcionar. Na Revitaliz, essa primeira conversa não tem custo para orientação de pais.
Os responsáveis trazem situações recentes, o psicólogo ajuda a analisar o contexto e os dois lados constroem possibilidades para testar na rotina. Os encontros também servem para revisar o que funcionou e o que precisa ser ajustado.
A frequência depende da demanda, do momento da família e do plano construído com o psicólogo. Ela pode ser ajustada ao longo do acompanhamento.
Não existe uma duração única. Algumas demandas são mais pontuais e outras exigem acompanhamento por mais tempo. Os objetivos e a necessidade de continuidade são revisados ao longo do processo.
Isso varia bastante. Algumas famílias percebem mudanças rápidas em situações específicas; outras precisam de mais tempo para testar e ajustar estratégias. A orientação não permite prometer um prazo ou resultado igual para todos.
Ela é revista. O acompanhamento serve justamente para observar o efeito das mudanças no cotidiano e ajustar o plano quando algo não faz sentido, não é viável ou não produz o efeito esperado.
Às vezes pode ser útil anotar exemplos, horários, contextos ou o que aconteceu antes e depois de um comportamento. Isso não é uma obrigação permanente; é uma ferramenta usada quando ajuda a entender melhor o padrão.
Sim. Como grande parte do trabalho acontece pela conversa com os responsáveis, análise de situações e planejamento de estratégias, o formato online pode funcionar muito bem para diversas demandas.
Sim. Em alguns casos, os dois trabalhos acontecem em paralelo e se complementam. A organização depende da demanda e de como a equipe entende ser mais útil distribuir os objetivos.
Pode, se isso ajudar a compreender melhor a demanda ou fizer parte do plano de cuidado. Essa necessidade é conversada com os responsáveis antes.
Além de formação e experiência, é importante entender como o profissional trabalha, se explica o processo de forma clara e se a família se sente à vontade para conversar. A primeira conversa pode ajudar muito nessa decisão.
Observe se vocês conseguem falar com abertura, se as explicações fazem sentido e se o profissional considera a realidade da família em vez de aplicar respostas automáticas. Sentir confiança para discutir dúvidas e discordâncias também importa.
Sim, para orientação de pais. Ela serve para conhecer o profissional, apresentar a demanda e entender a proposta antes de decidir se deseja iniciar o acompanhamento.
Você pode conhecer outro profissional da equipe antes de decidir. Na Revitaliz, é possível conhecer outros psicólogos da equipe sem custo adicional quantas vezes for necessário, até encontrar um profissional com quem você se sinta à vontade.
O valor depende do profissional e do formato do acompanhamento. A equipe informa o valor antes do início, para que a família possa decidir com clareza antes de assumir qualquer compromisso.
Sim. A Revitaliz oferece orientação de pais online para famílias em diferentes regiões do Brasil, além do atendimento presencial em São Bernardo do Campo.
O atendimento presencial da Revitaliz acontece em São Bernardo do Campo, no Jardim do Mar, próximo à Avenida Kennedy.
A Revitaliz não trabalha diretamente com convênios. Quando aplicável, é emitida nota fiscal para que a família verifique a possibilidade de reembolso com o próprio plano.
Você pode falar com a equipe pelo WhatsApp e explicar brevemente o que está procurando. A equipe ajuda a encontrar um profissional disponível e agenda a primeira conversa sem custo.
Não. Se quiser, pode anotar exemplos do que tem preocupado a família, o que já foi tentado e em quais momentos a dificuldade costuma aparecer. Mas não é necessário chegar com tudo organizado.
Sua busca também aparece em outras áreas da Revitaliz.
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Você pode tentar outra palavra ou conversar com a equipe para explicar um pouco melhor o que está acontecendo.
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Orientação de pais presencial em São Bernardo do Campo.
A Revitaliz fica no Jardim do Mar, na Av. Kennedy, em uma região central de São Bernardo do Campo e com acesso também para famílias de outras cidades do ABC Paulista.
A fachada da clínica para você reconhecer com mais facilidade.
A unidade da Revitaliz fica na Torre Work Mix, na Av. Kennedy, no Jardim do Mar, em São Bernardo do Campo.
A orientação de pais também acontece online, com atendimento para todo o Brasil.